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Thrice & Circa Survive
quarta-feira, junho 18 2008 - 07:24
A banda Thrice além do leilāo - mencionado no post interior - vai ajudar o IC também durante a turnê que fará no verāo americano (que começa em julho).
Junto com o Circa Survive - 'queridinha da vez' de outras bandas gringas - o Thrice vai excursionar pelos EUA, com o dinheiro das entradas/ingressos sendo revestido pro Invisible Children.
Para quem for viajar nas férias: o myspace dos caras traz o calendário completo.
www.myspace.com/thrice

Thrice
segunda-feira, junho 16 2008 - 03:20
http://thricebr.files.wordpress.com/2008/06/leilaoguitarra.jpg?w=500&h=209

A banda americana Thrice colocou um banner no myspace, anunciando o leilão de uma Gibson SG assinada pelos integrantes. O dinheiro arrecadado será doado para o Invisible Children, mesma instituição para quem a banda doa parte do lucro recebido com a venda do último CD, Vheissu. O lance inicial é de US$ 1500,00 e o leilão vai até dia 23 de Junho.



Paz?
quinta-feira, junho 05 2008 - 02:43
Fonte: http://www.monitor.co.ug

A opção militar prevaleceu contra a voz da razão e a esperança de uma resolução pacifica para os 22 anos de conflitos no norte da Uganda continua apenas um desejo.

O governo da Uganda, mais um vez, preferiu uma abordagem militar contra o silêncio do temido líder do exército rebelde (LRA) Joseph Kony. Dessa vez com o pleno apoio de outros países durante a reunião da Região dos Grandes Lagos (GLR).

A triste mudança de planos foi anunciada ontem (dia 03 de junho) pelo porta-voz do Exército e da Defesa Maj Paddy Ankunda, no gabinete do National Social Securit Building (NSSF), em Kampala.

“Não há mais negociações, o homem [Kony] não sabe o que quer e nós resolvemos seguir os caminhos militares,” disse Maj Ankunda. O porta-voz acrescentou ainda que: “Ele tem dificuldades reais, sérios problemas...,” em referência direta à Kony.

Isto significa que a série de negociações entre o governo e o LRA por um acordo de paz foram desperdiçadas.

A decisão foi tomada na segunda-feira (dia 02 de junho) após uma reunião do alto poder com todos os chefes de segurança da Região dos Grandes Lagos, em algum lugar não divulgado da Uganda.

O chefe das Forças de Defesa da Uganda, Aronda Nyakairima presidiu à reunião da qual participou também o comandante da Força da Missão da ONU no Congo (MONUC), o Tenente General Baba Kagai,; o chefe de Defesa das Forças SPLA (Sudan People's Liberation Army), Tenente General Oyai Deng; e outros oficiais de inteligência.

Maj Ankunda disse que os membros da GLR chegaram a um consenso porque as conversações de paz parem ter falhado desde que Kony se recusou a assinar o acordo previamente negociado.

A reunião de segurança nomeou tarefas para os outros membros presentes e para outros países da GLR que também são afetadas pelas atividades do LRA.

O MONUC prometeu condições logísticas, medicas e alimentação para os soldados de terra da nova unidade que lutará contra Kony e comandantes. O SPLA e o UPDF (Uganda People’s Defence Force) foram incumbidos de fornecer inteligência par a missão enquanto as forças do Congo serão as únicas a batalhar diretamente com o LRA na floresta Garamba.

Segundo Ankunda, a ofensiva deve começar imediatamente. “Este mês alguma ação já será tomada contra ele [Kony],” afirmou o porta-voz. Ankunda afirmou ainda que o governo obteve sucesso diplomático ao fazer esforços para falar com Kony, mas que o líder rebelde não entendeu não entendeu como funciona a lei.

“Kony conhece muito bem as praticas culturais Acholi, de modo que ele erroneamente faltou varias reuniões programadas para a assinatura do acordo de paz,” argumentou Ankunda.

A preocupação geral era que Kony estivesse fazendo contatos com Mahamat, cabeça de outro grupo rebelde, que teria o apoio do governo Khartoum.

As melhores conversações entre Joseph Kony e o governo da Uganda se realizaram em Juba, capital do Sudão do Sul, em  Julho de 2006 e foram mediadas pelo vice-presidente local, Riek Machar.

O resultado desses conversas foi um cessar-fogo em setembro de 2006 e foi descrito como a melhor chance de solução para os 22 anos de guerra. Mas eventualmente o cessa-fogo caiu por terra na última terça-feira.

Atualmente, Kony e dois homens do alto escalão do exército rebelde são procurados por crimes de guerra, que incluem violações, assassinatos e rapto de crianças. Temendo prisão foi que eles nunca apareceram nas conversações que ocorreram em Juba.
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